07 abril 2008

'Shine a Light'


Saí do cinema com uma sensação boa, uma sensação de que só envelhecemos externamente, que tudo depende da proposta de vida a que nos propomos.

Sempre fui fã dos Rolling Stones, tive a oportunidade de assisti-los em show ao vivo em São Paulo na década de 90, mas não foi melhor que o filme atualmente em cartaz. Os detalhes, as brincadeiras, os olhares, tudo foi bem mais emocionante, só faltou a coragem para dançar num ambiente não apropriado. Engessei minha irreverência, noção de ridículo que vamos agregando ao nosso ser, mas eles estão aí para nos mostrar que o ridículo está em nossas cabeças, são varizes no cérebro.

A energia de Mick Jagger assombra até a nova geração.

São eles que inauguram o novo canal do You Tube:


Cheers! Saúde à banda!

2 Comentários:

Anonymous beth - ainda.zip.net disse...

Não há nada de ridículo naquele corpitcho do Mick Jagger, né? Voz e movimentação pelo palco continuam impecáveis. Penso que a direção do Scorcese conta e bastante para a 'in fusion'. O que dizer do que pensa Mick sobre o Br? Que lembra o Arizona?... Ah, esse não perco, mesmo!

2:28 PM  
Anonymous Anônimo disse...

Gostei do que você escreveu sobre a noção do ridículo engessando nossos impulsos vitais. É isso aí, amiga, são muitos os bricks in the wall. Tijolos não faltam; mas é só olhar em volta para descobrirmos que martelos, também não. Bjs Helena

11:54 AM  

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