20 setembro 2007

Carpi Nejar


Parecia um clown adentrando a sala do SESC , mão esquerda com unhas pintadas - cuidadosamente num bordô provocante - distribuía pirulitos às crianças que vivem em nós.
Falou sobre família, relações, infância...Tinha conceitos estabelecidos para tudo. Declamou três poemas lindos do seu livro ‘Meu filho, minha filha’. No início fiquei meio desapontada pela ausência da Márcia Tiburi (problemas de agenda), mas no desenrolar do ‘papo’ tudo foi virando uma festa, com direito a esborrifar espumas. Virei fã do poeta.

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2 Comentários:

Blogger betharr disse...

Obrigada por atender ao apelo. Está bem legível, agora. Bom gosto na combinação de cores e isso é coisa de mestra.Quanto ao poeta, gostei do visual. Jovem, arrojado, sem medo de estigmas.Respeitando seus paradoxos...estava tudo bem delicioso. Qto à Marcia, aquela menininha!...outras chances aparecerão. Viu a agenda dela?

2:54 PM  
Anonymous Vera disse...

Muito bom esse "sempre um papo". Infelizmente perdi esse. Ouvir poetas é sempre embalar a alma. O difícil é quebrar minha agenda de chumbo! Bjs

3:12 PM  

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